Sem número sem origem
Quando um artigo traz conta, as hipóteses estão explícitas e o exemplo é identificado como exemplo. Não publicamos percentual de mercado sem fonte nem média de resultado que não dá para verificar.
O que a gente escreve aqui vem das mesmas conversas que temos com donos de operação: quanto investir, por que o anúncio não vira pedido, como sair da dependência do aplicativo, o que medir para saber se está dando certo.
Sete outros artigos estão em produção. Eles aparecem aqui conforme são publicados — esta lista mostra apenas o que já existe.
O caminho completo, de quem ainda não te conhece até quem pede toda semana — e os indicadores que dizem onde está o gargalo.
Ler o artigoMarketing gastronômicoOs canais que existem, o que cada um resolve e em que ordem faz sentido montar a operação de marketing de um restaurante.
Ler o artigoTráfego pagoEstrutura de campanha, orçamento pela capacidade da cozinha, criativo que dá fome e o que otimizar — sem achismo.
Ler o artigoDeliveryCardápio, foto, reputação e operação: o que está sob o seu controle dentro do aplicativo, e o que não está.
Ler o artigoEstratégias de vendasSer encontrável, ser lembrado e ser recomendado — nessa ordem, porque investir em alcance antes da primeira é desperdício.
Ler o artigoGestão de marketingA conta sai da capacidade da cozinha e da margem, não de um percentual do faturamento. Com exemplo numérico e hipóteses declaradas.
Ler o artigoEstratégias de vendasComplemento, upsell, combo e cardápio: o que faz o mesmo pedido valer mais sem arriscar volume.
Ler o artigoFidelizaçãoConsistência, lembrança e facilidade. Por que desconto compra o próximo pedido e não o hábito.
Ler o artigoDeliveryNão é escolher um lado: é saber onde cada canal tem vantagem de custo — descoberta no aplicativo, recompra no canal próprio.
Ler o artigoGestão de marketingA fórmula, um exemplo passo a passo e por que ROAS 5 pode fechar o mês no vermelho.
Ler o artigoFidelizaçãoAs três funções do canal — dúvida, pedido e relacionamento — e por que tratá-las como uma só vira bagunça.
Ler o artigoA Vegas trabalha só com operação de alimentação. Os assuntos destes artigos saem das perguntas que aparecem nas reuniões — não de lista de palavra-chave.
Quando um artigo traz conta, as hipóteses estão explícitas e o exemplo é identificado como exemplo. Não publicamos percentual de mercado sem fonte nem média de resultado que não dá para verificar.
Condições de marketplace e de ferramenta mudam com frequência. Os textos tratam de princípio de operação; onde a regra importa, dizemos para confirmar na fonte oficial antes de decidir.
O leitor que temos em mente é o dono ou o gestor da casa, não outro profissional de marketing. Jargão só quando ele economiza explicação.
Aquisição, conversão e recompra em operação de entrega, equilíbrio entre marketplace e canal próprio, e o que muda quando não existe salão.
Estrutura de campanha, orçamento pela capacidade da cozinha, criativo de comida e o que vale otimizar — e o que é ruído.
A visão de conjunto: quais canais existem, o que cada um resolve e em que ordem montar a operação de marketing.
Ticket médio, combos, cardápio, oferta e o que faz o mesmo pedido valer mais sem aumentar o custo de aquisição.
Recompra, relacionamento no canal próprio, base de clientes e os indicadores que mostram se o cliente está voltando.
Quanto investir, como ler retorno, limites de atribuição e o que cobrar de quem cuida da sua mídia.
Os artigos explicam o assunto. As páginas abaixo explicam o que a Vegas faz com ele.
Diagnóstico gratuitoO diagnóstico é uma conversa sobre a sua operação — não uma apresentação comercial com slides.
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