Começa pela operação
Antes de falar em campanha, levantamos capacidade, margem, canais e o caminho atual até o pedido. É o que separa plano de palpite.
Não é posicionamento de marketing: é o que define a conversa. A reunião começa em raio de entrega, horário de pico, capacidade de cozinha e margem do prato — não em briefing genérico de marca.
A Vegas Aceleradora é uma assessoria de marketing especializada em restaurantes e delivery. O trabalho conecta aquisição, conversão e recorrência, considerando a realidade de cada operação e seus canais de venda.
Atende restaurantes, pizzarias, hamburguerias, restaurantes japoneses, cafeterias, bares, dark kitchens e operações de delivery, com gestão de tráfego pago no Meta Ads e no Google Ads, criativo e oferta, conversão no WhatsApp e ações de recompra.
O trabalho é remoto, e quem define a região das campanhas é a operação do cliente — não a localização da agência.
Gestão de tráfego, criativo, projetos e atendimento atuando na mesma operação, junto com o dono ou o gestor da casa.
A diferença prática aparece no dia a dia: quem cuida da campanha conversa com quem faz o criativo, e os dois sabem como está o atendimento no pico. Quando essas três coisas ficam em pessoas que não se falam, o problema aparece no caixa antes de aparecer no relatório.
Antes de falar em campanha, levantamos capacidade, margem, canais e o caminho atual até o pedido. É o que separa plano de palpite.
A relação se sustenta pelo resultado entregue, não por multa de rescisão.
Quanto entrou, quanto saiu, quantos pedidos e qual o retorno — sem painel cheio de métrica que não muda decisão nenhuma.
Quando o gargalo é produção, entrega ou margem, a gente diz — mesmo que isso signifique não ser a hora de contratar marketing.
Os números de cada operação pertencem ao cliente e só vão ao ar com autorização. Ver como medimos.







